Tâmega e Sousa

Presidente da CIM do Tâmega e Sousa aposta na Provere para valorizar "turismo para todos"

José Rocha

08-06-2021

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Foto: Município de Castelo de Paiva

Gonçalo Rocha, presidente do conselho da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Tâmega e Sousa, esteve recentemente nas aldeias de xisto de Gondarém e Midões, em Raiva, Castelo de Paiva, a abordar o potencial dos recursos endógenos da região.

A ação deu-se no âmbito da Provere, estratégia liderada pela CIM do Tâmega e Sousa que abrange os concelhos associados ao organismo, bem como os municípios de Arouca e de Vale de Cambra. Estes últimos, embora pertençam à Área Metropolitana do Porto, são considerados territórios de baixa densidade populacional, e, por isso, enquadram-se nos territórios-alvo do PROVERE.

Na ocasião, o homem que também preside à Câmara Municipal de Castelo de Paiva abordou projetos que se articulam entre si e que visam contribuir para o aumento da atratividade e competitividade da região. Tal objetivo será perseguido através da valorização económica dos seus recursos endógenos de forma a apostar no turismo de natureza, cultural, gastronómico, no enoturismo e ainda no turismo de saúde e bem-estar.

Foto: Município de Castelo de Paiva

A operacionalização desta estratégia, bem como a execução do projeto transversal, assenta num consórcio alargado de entidades públicas e privadas liderado pela CIM do Tâmega e Sousa, em parceria com duas associações de municípios: a AMBT – Associação de Municípios do Baixo Tâmega e a VALSOUSA – Associação de Municípios do Vale do Sousa/Rota do Românico. A estes, juntam-se três associações de desenvolvimento local: a Ader-Sousa – Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa, a Dolmen – Desenvolvimento Local e Regional e a ADRIMAG – Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras do Montemuro, Arada e Gralheira.

As referidas entidades compõem, assim, a estratégia “Turismo para Todos”, no âmbito do PROVERE (Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos). Neste âmbito, os projetos âncora terão uma dotação financeira FEDER de cerca de 15 milhões e 800 mil euros. Já no que concerne a projetos complementares de entidades privadas, está previsto um investimento a rondar os 132 milhões de euros.