A Verdade1

O Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) iniciou em maio, uma vez ultrapassado o período de maior incidência da pandemia COVID-19, o processo de retoma da atividade assistencial.

Em comunicado, o hospital sediado em Penafiel refere que, “apesar das quebras verificadas durante a pandemia, as últimas semanas têm já apresentado resultados muito próximos dos obtidos nos meses anteriores à pandemia”. Estes resultados fazem o CHTS prever que “em julho as listas estejam ao nível de dezembro de 2019, ou seja, 12 meses como máximo de tempo de espera. Em setembro vão estar reduzidas para o máximo de 11 meses, em novembro, 10 meses, e em dezembro, o máximo definido será de nove meses”, antecipa.

O centro hospitalar acrescenta que, no final do ano transato, “foi possível, com grande esforço de todos os profissionais, conseguir listas, para consulta e cirurgia, sem doentes com espera superior a 12 meses, indo de encontro aos objetivos da tutela, o que em algumas especialidades, nomeadamente Pneumologia, Cardiologia e Urologia, foi particularmente difícil devido à escassez de recursos humanos”.

Foto: CHTS1

Para o presente ano, a direção do CHTS, presidida por Carlos Alberto, “definiu objetivos ainda mais ambiciosos que passavam por garantir, a 31 de dezembro, listas de espera a não ultrapassar os 12 meses para cirurgia e os nove meses para consulta”.

“A população do Tâmega e Sousa, que esteve tão ativa em imensos e diversificados gestos de solidariedade com o CHTS e os seus profissionais, merece mais este esforço e abnegação para lhes garantir melhor acesso na assistência à saúde”, sublinha Carlos Alberto.