O norte do país vai estar sob aviso amarelo de agitação marítima, precipitação e vento até terça-feira, dia 20 de dezembro, durante a noite e madrugada o aviso de precipitação irá subir para laranja (o segundo mais grave).

A região, ou seja, os distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viseu vão ser abrangidos por estes avisos. Desta forma, o distrito de Aveiro vai estar sob aviso amarelo de agitação marítima entre as 06h00 de segunda-feira e as 03h00 de dia 20 de dezembro.

Já os distritos de Braga e Porto estarão igualmente sob aviso amarelo de agitação marítima com ondas de sudoeste de quatro a cinco metros entre as 03h00 de dia 19 e, à semelhança de Aveiro, até às 03h00 de terça-feira.

Em relação à precipitação, o distrito de Aveiro terá chuva por vezes forte e persistente entre as 06h00 de segunda-feira e as 00h00 de 20 de dezembro, no caso de Braga e Porto o aviso inicia mais tarde, ou seja, às 21h00 e termina à mesma hora de Aveiro. Por fim, o distrito de Vila Real inicia às 09h00 de segunda-feira e termina igual ao resto da região.

O aviso de chuva passa a laranja, mantendo-se a precipitação forte e persistente, mas aumentando a probabilidade de trovoada, entre as 00h00 e as 06h00 de dia 20 em Aveiro e Vila Real. No distrito de Braga e Porto termina à mesma hora, mas inicia logo na segunda-feira às 21h00. A partir das 06h00 os distritos de Aveiro e Vila Real regressam ao aviso amarelo até às 15h00 de terça-feira e no caso de Braga e Porto estende-se até às 18h00 do mesmo dia.

Por fim, a região também vai estar sob aviso amarelo de vento de sul que poderá chegar a rajadas até 75 quilómetros entre as 00h00 e as 12h00 de dia 19 em Aveiro e no Porto, já em Braga o fenómeno inicia este domingo, dia 18 de dezembro, às 18h00 e estende-se até às 12h00 de segunda-feira.

A ANEPC – Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:


− Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de
inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre
escoamento das águas;
− Não se expor às zonas afetadas pelas cheias;
− Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards
e outras estruturas suspensas;
− Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando
atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
− Ter especial cuidado na circulação junto a zonas ribeirinhas historicamente mais
vulneráveis a fenómenos de transbordo dos cursos de água, evitando a circulação e
permanência nestes locais;
− Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a
possível formação de lençóis de água nas vias;
− Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou
viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
− Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva,
desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos
muito próximos da orla marítima;
− Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças
de Segurança.