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Marco de Canaveses: Bem Viver vai ter conselho empresarial

Ana Magalhães

06-06-2021

Saiba mais pormenores sobre este investimento.

O executivo da Junta de Freguesia de Bem Viver, do concelho de Marco de Canaveses, está a preparar um novo projeto para apresentar à população, com o objetivo de criar um “elo de ligação entre o poder autárquico e o setor empresarial” da terra.

Trata-se de um Conselho Empresarial, que pretende “intensificar a colaboração entre as empresas e outras organizações cuja atividade se afigure relevante para o seu desenvolvimento e para o progresso da economia local”. Quem o diz é o presidente da Junta de Freguesia de Bem Viver, Ricardo Soares, que, em declarações ao Jornal A VERDADE, explicou um pouco mais sobre o projeto.

O autarca revelou que a ideia surgiu “da necessidade de potenciar os investimentos privados e públicos” na freguesia, criando uma estratégia comum onde todos são chamados a contribuir. “Este foi um dos nossos compromissos eleitorais. A sua implementação permitirá alicerçar a nossa visão para Bem Viver. Dou um exemplo muito prático: na área do turismo, enquanto presidente de Junta da Freguesia, estou a acompanhar a implementação de investimentos turísticos e imobiliários entre os 15 e os 20 milhões de euros. Falo do novo hotel, da ecopista, novos restaurantes, novos alojamentos para turismo, entre outros, que terão um impacto brutal em todo o território, especialmente na extinta freguesia de Magrelos, junto ao Douro”, constatou.

Ricardo Soares, presidente da Junta de Freguesia de Bem Viver

Para Ricardo Soares, “as mais-valias desses investimentos serão transversais a todas as áreas da economia local e, sabendo disso, devemos capitalizar essas oportunidades e o Conselho Empresarial será o sítio certo para isso.”

De acordo com o autarca, “há uma série de objetivos acoplados a este órgão”, nomeadamente “a salvaguarda dos valores empresariais, económicos, sociais e culturais no espaço de atuação; a representação e contribuição para o desenvolvimento das empresas locais; o desenvolvimento de ações destinadas à incrementação do processo técnico, tecnológico, económico, social, associativo, de formação, qualificação e cultural da região, bem como a proteção do meio ambiente; a contribuição para o bom entendimento e solidariedade entre as empresas locais; promoção da investigação, desenvolvimento e inovação; participação em estudos, associações, fundações ou outro órgão jurídico autónomo equiparado, quando dessa participação resultem benefícios para as empresas locais ou sirva os interesses institucionais ou regionais; entre outros”.

O presidente defende que este conselho vai ganhar uma importância vital, regendo-se pelo objetivo maior de que Bem Viver “seja um destino de eleição” para viver, visitar e trabalhar. “Tenho plena consciência que foi o investimento privado que manteve Bem Viver na tona da água. Isto é, não havia, até tomarmos posse, uma estratégia concertada para os diferentes setores da sociedade. Já falei no turismo, mas posso facilmente dar exemplos de outros setores. Queremos unir esforços para que as ambições empresariais, públicas e associativas culminem num objetivo comum: fazer de Bem Viver uma freguesia de referência a nível nacional”, afirmou.

Atualmente, o regulamento que vai delinear o funcionamento do Conselho Empresarial está em consulta pública. “Terminado o prazo legal, avançaremos para a primeira reunião. Será a figura do presidente de junta que coordenará este órgão, cuja composição está aberta a todos aqueles cuja atividade profissional se desenvolva na Freguesia de Bem Viver”, concluiu.