Foram registadas 111 mortes por afogamento desde janeiro deste ano e até dia 31 de agosto, um novo máximo nos últimos cinco anos, segundo os dados da Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores.

De acordo com os números do Observatório do Afogamento, o mês de agosto bateu o máximo mensal de mortes em meio aquático em Portugal dos últimos cinco anos, com 23 óbitos.

A maioria das mortes, este ano, aconteceu no mar (42) e no rio (40), sendo que oito “ocorreram em zonas vigiadas e a maioria por desrespeito às indicações de segurança”.

Dez pessoas morreram por afogamento em barragens e nove em poços. Os restantes afogamentos verificaram-se em piscina doméstica (três), em porto de abrigo (dois) e os restantes cinco em tanque, lago, cisterna, canal de rega e piscina oceânica.

O Observatório do Afogamento é um sistema criado pela Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores para contabilizar as mortes por afogamento em Portugal.

Texto redigido com o apoio de Daniela Lenchyna.

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