O monumento nasceu de um desafio lançado pelo Grupo de Fuzileiros do Norte e foi projetado pelo arquiteto José Melo, da Câmara Municipal de Penafiel. A estrutura foi concebida para harmonizar as duas margens do Rio Douro, servindo de complemento ao monumento do "Anjo de Portugal" localizado em Castelo de Paiva.
“Este monumento... procurou, desde logo, dar maior dignidade a este espaço... e sobretudo criar um equilíbrio estético entre este lado da margem e o monumento do Anjo de Portugal que existe em Castelo de Paiva”, explicou o edil. Pedro Cepeda descreve a obra como “uma caixa aberta, com um interior iluminado, que durante a noite também poderá ser sentido como um espaço que leva à reflexão, à memória das pessoas que nos partiram”.
A estrutura inclui uma placa evocativa de todas as forças de segurança e proteção civil, simbolizando um “gesto de dignidade e de reconhecimento coletivo” para manter viva a memória de um acontecimento que impactou profundamente a região do Tâmega e Sousa e o país.