diogo coelho big brother
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“Super confiante”. Foi com este sentimento que Diogo Coelho, natural de Freamunde (Paços de Ferreira) entrou naquela que foi a primeira experiência televisiva – o Big Brother.

A vontade já era antiga, mas a inscrição surgiu em 2022, “na altura certa e com mais maturidade”, começa por afirmar em entrevista ao Jornal A VERDADE.

Entrar no programa significava estar longe da família, nomeadamente das duas filhas. E, para Diogo Coelho, “as saudades são a pior coisa de estar no programa. Não temos qualquer contacto com as pessoas que gostamos. É isso que nos prejudica mais lá dentro, a nível psicológico”, garante.

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Para além das saudades, viver com pessoas desconhecidas e personalidades diferentes é “muito complicado. Principalmente quando discutimos e no dia seguinte temos de conviver com a pessoa. No dia a dia isso não acontece. Daí o programa ter o sucesso que tem”.

Diogo Coelho entrou para o programa na terceira semana e manteve-se quase até ao fim. Saiu com novas ferramentas, “mais paciente e compreensivo. Era muito mais impulsivo, mas desde a minha entrada estou muito mais tranquilo e focado noutras coisas. Trabalhei muito a minha personalidade”, garante.

Quanto ao melhor que guarda do programa não tem dúvidas, “as amizades” que foram criadas, nomeadamente com o Bernardo, e a experiência, aquela que considera “a maior” da sua vida. “Já vivi muitas, mas esta foi a maior sem dúvida”.

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As coisas más são “poucas”, e estar “preso” é uma delas. Para além disso, “somos filmados a toda a hora e a rotina é sempre a mesma, não tens a liberdade de fazer outras coisas. É complicado, mas tive de me habituar a essas situações”, conta.

Se há uns anos o preconceito era de imediato associado ao conceito do programa, “hoje um reality show pode ser um mundo de oportunidades. Tudo depende da imagem que queremos transmitir e era isso que zelava muito. A minha participação correu super bem, saí com uma boa imagem e era esse o meu objetivo”.

Voltar ao formato “só daqui a cinco ou 10 anos”, porque em três meses perdeu “o crescimento e a evolução” das filhas.

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Neste momento, Diogo confessa “não estar preparado” para o fazer novamente. “Adorei a experiência, mas a família está acima de tudo”.

Agora, o objetivo é “agarrar as oportunidades que vão surgir e tentar a sorte”. Brevemente, vai cumprir um dos sonhos, com a venda de roupa de criança. 

Depois de uma experiência “incrível” que viveu na primeira pessoa, deixa um conselho a todos aqueles que também a queiram viver: “quem tiver oportunidade de entrar que vá com tudo, porque é uma experiência muito enriquecedora e abre muitas portas. Vão sem medos, porque vale muito a pena”.