2026: Um ano de ajustes e renovação da frota
A operação arranca com uma frota de 250 veículos, que inclui autocarros mais eficientes e unidades elétricas, cumprindo requisitos de idade média e conforto. O desafio agora passa pelo equilíbrio entre a rapidez e a comodidade.
"Se queremos muitas paragens, não podemos ter um transporte célere, mas a ideia é que consigamos ter viagens mais rápidas e mais cómodas", notou Telmo Pinto, acrescentando que "a celeridade muitas vezes é inimiga das paragens permanentes".
O Primeiro-Secretário assume que será necessária uma "monitorização permanente" e que 2026 será "um ano de ajustes e de reajustes". O grande objetivo estratégico é a transferência modal do transporte individual para o coletivo, transformando viagens ocasionais em regulares.
Para tal, a CIM planeia apostar na sensibilização, especialmente junto da população estudantil, para que estes levem a mensagem às famílias. "O grande objetivo da sustentabilidade do nosso território e do país, e digo mesmo da Europa e do mundo, é fazer com que se valorize mais o transporte público", concluiu.