Decorrem no Auditório Municipal de Baião obras de reabilitação, que estão previstas estar concluídas em finais de fevereiro.

A informação é adianta num comunicado da autarquia, que refere que “a empreitada decorre a bom ritmo”, embora a situação da pandemia por COVID-19 e a falta de algumas matérias-primas tenha “provocado alguns atrasos”.

Entre os trabalhos realizados destaca-se a construção de um “corpo” nas traseiras do edifício onde foram criados novos camarins, dando-lhe outra capacidade. As restantes obras a efetuar consistem na remodelação das instalações sanitárias, pinturas gerais, retificação do sistema de som, luz, ar condicionado e acústico, substituição de pisos e das cadeiras passando de uma capacidade de 196 para 250 lugares. Também o palco irá sofrer uma alteração, sendo que irá crescer através da criação de uma plataforma amovível com 6 x 1 m, assim como será retificado o equipamento cénico, decoração de cena e iluminação cénica.

Esta empreitada da Câmara Municipal de Baião representa um investimento na ordem dos 415 mil euros, financiado em 229 mil euros por fundos comunitários.

Este espaço foi inaugurado em agosto de 2001 e era, antes disso, o Matadouro Municipal de Baião.

Ao longo destes 20 anos, este equipamento “proporcionou concorridas sessões de cinema, teatro, conferências ou momentos musicais, entre outras iniciativas”.

O Auditório Municipal de Baião foi “dotado, em 2019, com uma máquina de cinema digital, o que permitiu acompanhar a evolução tecnológica na área do cinema, possibilitando aos baionenses cinema de grande qualidade, constituindo esta uma aposta ganha e que ganhará uma maior dimensão com a requalificação programada”.

Na terça-feira, dia 4 de janeiro, o presidente da autarquia, Paulo Pereira realizou uma visita à obra. “Este investimento no campo cultural vem na linha estratégica de disponibilização e qualificação de espaços públicos voltados para a qualidade de vida da população. Esta intervenção vai permitir modernizar e aumentar o conforto do auditório, dotando-o de melhores condições que permitirão, ainda, uma maior flexibilidade de usos”, afirmou.