Aos 18 anos, Vasco Duarte ainda está na “dúvida” de qual será o rumo profissional a seguir quando terminar o ensino superior, mas “o gosto pela programação e pelos computadores” tornou-se uma certeza “desde o décimo ano”. Altura em que decidiu que queria enveredar pela área e que este ano se veio a concretizar, com a entrada no curso superior de Engenharia Informática.

Vasco sempre foi um aluno de “boas notas”, tendo sido um dos melhores alunos do 12.º ano, no último ano letivo, da Escola Secundária de Airães, com uma média final de 18,3 valores, no curso de Ciências e Tecnologias. O segredo foi manter-se “atento nas aulas. Ajuda muito, mas também complementava com trabalho em casa”, revela o jovem em entrevista ao Jornal A VERDADE. 

Para o jovem ter uma atividade fora da escola, como o desporto no seu caso, “ajuda sempre a ter um horário mais definido e organizado. Joguei futebol dos oito aos 18 anos e tinha quatro treinos por semana. Gosto muito”, conta.

Vasco Duarte não esquece também todos os professores que teve ao longo do percurso escolar. “Gostei dos professores todos, ajudaram bastante”, afirma.

No final do 12.º, escolher o futuro profissional não foi difícil, porque “já sabia o que queria”. Mas reconhece que há colegas que sentem essa “dificuldade” e aconselha a “escolher as áreas que gostam. Caso contrário não vão gostar de estudar e trabalhar nessa área”, frisa. 

Quanto ao futuro, as dúvidas ainda pairam no ar, mas sabe que ainda tem “tempo para decidir”. Para já, vive uma nova fase na sua vida, o ensino superior, “que está a ser mais ou menos o que esperava. É um ritmo diferente, porque tenho de ser eu a fazer as minhas coisas todas em casa, mas gosto dessa autonomia”, finaliza.