Durante o mês de fevereiro, a GNR, a Microsoft e o Consórcio do Centro Internet Segura assinalam o mês da Internet Segura, através de ações de sensibilização junto da comunidade escolar, recorrendo ao Minecraft. A campanha “para o uso correto da tecnologia” vai decorrer a partir de terça-feira, dia 8 de fevereiro e Dia da Internet Mais Segura.

É na comunidade escolar que se ouvirá: “Juntos por uma internet melhor!”, seja com alunos do ensino básico, como com alunos do secundário. Através da plataforma Minecraft, que promove “a criatividade, colaboração, resolução de problemas numa experiência digital imersiva e divertida”, vão ser abordados temas como as fake news, segurança, cyberbullying e proteção e partilha de informação na internet, informa um comunicado da GNR. 

Segundo Eduardo Antunes, diretor executivo do Setor Público da Microsoft Portugal, “esta iniciativa é de extrema importância ainda mais num contexto em que se tem verificado um aumento das quebras de segurança, dos ciberataques ou do roubo de identidade, num mundo cada vez mais digital”. “Alertar, sensibilizar e formar a nossa comunidade escolar é fundamental porque é através da formação, da correta utilização da tecnologia e da aplicação de boas práticas que se minimizam, ou mesmo evitam, muitos dos perigos identificados”, rematou.

O major Pedro Ares, da GNR, afirmou que, “face à persistente conjetura pandémica, a utilização das tecnologias no meio escolar foi determinante para permitir dar continuidade ao ensino não presencial e é neste enquadramento especial que a GNR tem apostado grande parte das suas ações de prevenção e sensibilização”. “Através das Seções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário (SPC), a Guarda reforça o seu compromisso para com as crianças, jovens, encarregados de educação e agentes educativos”, continuou.

As sessões de sensibilização são gratuitas e dirigidas por voluntários da Microsoft e da GNR. As escolas básicas e secundárias podem requisitar a sessão de Internet Segura 2022 através do e-mail: [email protected], partilhando disponibilidade de horários e ciclo de ensino. 

As ações de sensibilização já tiveram impacto em mais de 223 mil estudantes e professores em 1.250 escolas, com o apoio de 1.400 voluntários.

Texto redigido com o apoio de Sofia Gomes, aluna estagiária da Universidade de Trás-Os-Montes e Alto Douro