Nas horas que se seguiram às operações militares, vários países do Médio Oriente anunciaram o fecho temporário do seu espaço aéreo por razões de segurança. A medida obrigou as companhias aéreas a cancelar voos, alterar rotas e manter aeronaves em terra.
O grupo Lufthansa anunciou a suspensão imediata de todas as ligações de e para Telavive, Beirute, Amã, Erbil e Teerão, pelo menos até 7 de março. As operações para Dubai e Abu Dhabi foram igualmente interrompidas durante o fim de semana, ficando dependentes de nova avaliação da situação de segurança.
Também a Turkish Airlines suspendeu voos para destinos da região, incluindo Iraque, Jordânia, Catar e Kuwait, afetando ligações utilizadas por muitos passageiros portugueses em voos de escala para o Médio Oriente e Ásia.
As restrições ao tráfego aéreo obrigaram ainda a desvios de rotas sobre zonas consideradas de risco, provocando atrasos importantes noutras ligações internacionais.