Maria do Céu Freitas é a proprietária da Frutiflor, uma loja dedicada a arranjos florais, decoração de eventos, decoração para o lar, plantas e também produtos hortícolas, localizada na freguesia de Penha Longa e Paços de Gaiolo, no concelho do Marco de Canaveses.

Com a casa aberta desde 2009 a proprietária procura agora alguém que dê “continuidade ao trabalho” que desenvolveu até aos dias de hoje. A florista garante que a Frutiflor conta “com instalações muito boas”, para que o próximo proprietário “faça um bom trabalho. É uma loja que trabalha muito bem e um negócio que funciona”, frisou, acrescentando que tem “boa carteira de clientes e vários contratos de jazigos para assear no cemitério. Quero encontrar alguém com o mesmo gosto que eu por este espaço e esta profissão. Quero passar a mensagem de que se trata de um bom investimento e quero passar a alguém que dê continuidade a esta arte tão linda e com tanto para expandir”, destacou.

A Frutiflor conta com “um cantinho” que tem um pouco de tudo: flores, plantas, uma parte hortícola e também um espaço com artigos de papelaria. “Temos também uma segunda loja ligada à decoração e plantas artificiais, que é outra das minhas paixōes. Quem tomar conta deste negócio não se vai arrepender e, numa fase inicial, estarei disponível para ajudar e aconselhar se a pessoa pretender”, garantiu

Maria do Céu deseja passar o seu sonho a alguém que se “dedique, trabalhe, inove e tenha criatividade, porque neste negócio, não se pode esperar que as coisas venham bater à porta. É importante gostar da área, ser curioso e procurar novos métodos e formas de fazer o que cliente gosta”, aconselhou.

Antes de abrir este espaço, Maria do Céu esteve emigrada na suíça durante 23 anos, país onde, além do seu trabalho, fazia todos os anos, durante o mês de dezembro, o Mercado de Natal com arranjos de Natal para as mesas e decoração de portas com coroas e grinaldas feitas com pinheiro e verduras naturais, tendo chegado ainda a fazer mercados fora da cidade onde vivia que era Fribourg.

Foi nessa altura que descobriu este “dom e o gosto por flores e plantas”, o que a levou a fazer a formação de florista quando regressou a Portugal. “Antes de regressar tive uma proposta de uma senhora suíça que conhecendo o meu dom nesta área, para abrir uma sociedade em decoração de eventos. Mas eu preferi regressar ao meu país e nunca me arrependi”, revelou.

Maria do Céu Freitas disse ainda gostar “muito” do que faz e este objetivo, aos 54 anos, “não é por me sentir sem forças ou ultrapassada, pelo contrário. Sou muito dinâmica e criativa, mas neste momento tenho outras oportunidades e quero aproveitar a vida para ter mais tempo para a família e para mim mesma, porque esta loja exige muita presença e dedicação”, concluiu.