O Santuário da Nossa Senhora do Castelinho, na freguesia de Avessadas e Rosém, Marco de Canaveses, acolheu esta segunda-feira mais uma Festa do Emigrante, uma festa que pretende assinalar o retorno de todos os emigrantes do concelho que por esta altura regressam à sua terra natal.

Esta festividade representa não só a Assunção da Nossa Senhora, mas também o Dia do Emigrante no concelho. Este ano, os emigrantes “vieram em maior número do que era expectável, até nesta eucaristia, hoje, estava mais gente do que era previsto”, afirmou no local a presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses, Cristina Vieira.

Para a autarca, “os emigrantes regressaram em força e regressaram e bem. Estão a ajudar o nosso comércio local, estão a ajudar a nossa restauração… Efetivamente, há aqui um movimento muito grande de emigrantes e há um sentimento muito positivo em relação à sua vinda por aqueles que cá estão para os receber e isso também é muito importante”.

“Voltamos à normalidade. O comércio e a restauração têm, efetivamente, dado um feedback muito positivo, é aliás visível a quem vai durante a semana ao Marco de Canaveses, onde vimos, de facto, muitos emigrantes. Também os dois anos de pandemia acabam por nos ajudar a fazer agora um balanço que é muito mais positivo porque estivemos dois anos sem recebê-los”, explica.

Cristina Vieira enalteceu a vinda de todos os emigrantes ao concelho, destacando que “ainda bem que regressaramJá era tempo de termos aqui na cidade do Marco e no concelho os nossos emigrantes que são sempre tão bem-vindos e tão bem-recebidos, porque este é um período de verão em que eles aproveitam para vir à terra natal para visitarem a família, estarem com os amigos e, no fundo, também virem ao seu lar, ao lar daqueles que lhe são próximos para ‘matar saudades'”, indicou.

O município, garante, tem feito “esse esforço para se manter muito próximo dos seus emigrantes”, nomeadamente através do Gabinete de Apoio ao Emigrante, das redes sociais e da revista municipal, que pode ser enviada para os munícipes que se encontram fora do país.

“Preocupamo-nos não só com o seu regresso – tal como fez o Governo de Portugal através das medidas que implementou e que nós temos acompanhado -, acompanhamos aquilo que são os seus processos burocráticos, do pedido de reformas, etc., através do Gabinete de Apoio ao Emigrante, mas temos também outra particularidade, que é tentar passar esta mensagem aos emigrantes, que a câmara municipal está cá para os ajudar a receber e a integrar, se for o caso de quererem regressar e fazerem investimentos, de, no fundo, também ajudarem a progredir a sua terra natal, que acho que é motivo de orgulho para todos e para o município também”, conclui a autarca.

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