Quando o cansaço das fórmulas de Físico-Química e dos problemas de Matemática começava a acumular-se, era no movimento e no ritmo da dança que Joana Barbosa encontrava a energia necessária para continuar. Aos 17 anos, prestes a completar 18, a jovem natural de Paredes concluiu o ensino secundário na Escola Secundária de Paredes com uma média final de 19,7 valores. Uma nota que considera, com modéstia, apenas uma "boa média", mas que reflete três anos de rigor, capacidade de organização e recusa em abdicar da vida fora das salas de aula.
A entrada no curso de Ciências e Tecnologias aconteceu no final do 9.º ano, num momento em que o futuro profissional ainda parecia um horizonte distante e cheio de incertezas.
"Cheguei ao fim do 9.º ano ainda bastante perdida com aquilo que queria para o meu futuro. Achei que o curso de Ciências tinha não só disciplinas que mais me interessavam, como a parte da Matemática e da Físico-Química, como também poderia abrir-me mais portas. Achei que era uma opção mais segura", recorda a aluna.
