Gaspar Pinto, piloto de Marco de Canaveses, participou este fim de semana no Rali de Viana do Castelo, mas a prova, que foi a última desta época do campeonato Promo, foi mais curta do que seria esperado devido a um toque.

“A prova foi muito curta para nós”, lamenta o piloto, explicando que, devido a um toque, ficaram impossibilitados de prosseguir logo na primeira PEC. “Numa zona rápida, o carro escorregou”, continua, em declarações ao Jornal A VERDADE.

“Quando iniciámos o rali, fizemos uma escolha em termos de pneus porque as condições climatéricas até estavam mais favoráveis do que aquilo que estávamos a prever, mas tínhamos vindo a acompanhar o que se dizia sobre o tempo”, explica, referindo que apesar de o piso estar “seco, havia muitas zonas sujas, ainda com água, portanto, que não estavam propícias àquele pneu”.

Foto: Gaspar Pinto

De acordo com Gaspar Pinto, estavam a fazer curvas rápidas e, naquele momento, tinham “duas ou três curvas muito rápidas e não seria para acontecer o que aconteceu, mas a traseira do carro deslizou quando não teria de o fazer”. “Agora, só depois na mecânica é que conseguimos perceber se falhou alguma coisa ou não. Mas, olhando à experiência que temos, tanto eu como o navegador, acreditamos que falhou alguma coisa mecânica na parte traseira do carro”, conclui.

Para o ano, esperam poder participar no campeonato nas provas que decorrerem mais a norte, que é onde está “a maior parte – senão todos – os apoios” que têm.