A iniciativa, promovida pela câmara municipal em parceria com a Banda de Música de Vila Boa de Quires, deverá reunir mais de 500 músicos ao longo da tarde.
Depois de duas edições marcadas pela forte adesão do público, o certame volta a apostar num formato que cruza a tradição filarmónica com o intercâmbio cultural, juntando grupos de várias regiões de Portugal e convidados de Espanha.
O programa arranca às 14h00, com o desfile das bandas pelas ruas da cidade, um dos momentos habitualmente mais aguardados pelo público. Pelas 15h00, o Parque da Liberdade recebe o concerto principal, com a participação de oito formações.
Estão confirmadas a Banda de Música de Vila Boa de Quires, do Marco de Canaveses, a Banda de Música de Paço de Sousa, de Penafiel, a Banda de Música de Moreira da Maia, a Banda de Música de Parafita, de Montalegre, a Banda de Música de Sabrosa, de Vila Real, a Banda Castanheirense, a Banda de Música de Ponteareas, de Espanha, e os Gaiteiros de Riós, também de Espanha.
Segundo Paulo Silva, presidente da direção da Banda de Música de Vila Boa de Quires, a edição deste ano apresenta uma dinâmica renovada face às anteriores. “Desenhámos uma dinâmica completamente diferente da edição anterior. A própria seleção dos grupos reflete essa aposta: este ano não teremos apenas bandas filarmónicas, mas também uma banda de gaitas espanhola”, refere.
A organização destaca ainda a diversidade musical prevista para esta edição, com propostas que vão do repertório filarmónico tradicional a abordagens mais inovadoras. Entre as novidades anunciadas está a estreia de um novo projeto da banda anfitriã, um grupo de percussão composto por 30 músicos.
“Teremos, por exemplo, o som das gaitas de foles aliado a elementos mais eletrónicos. Além disso, temos uma grande surpresa: a estreia de um novo projeto da nossa banda”, adianta o responsável.
Após o balanço positivo das duas primeiras edições, a organização acredita que o festival poderá voltar a afirmar-se como um dos momentos culturais de referência no concelho. Paulo Silva sublinha mesmo a dimensão da iniciativa, considerando que se trata de um evento singular no panorama nacional. “Somos o único festival no país a reunir tantas bandas num só dia”, afirma.
À semelhança dos anos anteriores, a iniciativa deverá voltar a encher o Parque da Liberdade, reunindo músicos e público num ambiente pensado para todas as idades. O festival reforça, assim, a valorização das bandas filarmónicas e da identidade cultural local, numa tarde que pretende juntar tradição, inovação e convívio.
