Na reunião da Câmara Municipal de Marco de Canaveses, que aconteceu esta sexta-feira, dia 29 de abril, foi anunciada e aprovada por unanimidade a construção da primeira fase do Parque Urbano da cidade, num investimento superior a um milhão de euros. 

Com uma extensão total de 1,5 hectares e um investimento de um milhão e 55 mil euros, o novo Parque Urbano fica compreendido, de acordo com o plano apresentado pelo executivo, “entre o núcleo central da cidade e a variante, junto às bombas de  combustível”. De acordo com a informação divulgada, O Parque Urbano será composto por um conjunto de acessibilidades, “a maior parte pedonais, que farão a ponte com as zonas mais urbanas e com o parque já existente”.

O vereador responsável pelas obras públicas, Mário Bruno Magalhães, apresentou o projeto que irá incluir uma área de receção, uma praça central, um anfiteatro bancada, um parque infantil, uma área de piquenique, mobiliário urbano, sanitários públicos, iluminação, uma escadaria em granito, prados e relvados e uma rede de rega sustentável, “que vai ao encontro dos objetivos de desenvolvimento sustentável do município”.

A aprovação da construção da primeira fase do Parque Urbano resulta “de uma obrigação do município” e será “um ponto de atratividade para os marcoenses e para quem nos visita”, sublinhou Mário Bruno Magalhães.

Um projeto com “um ano de atraso, resultado de um conjunto de constrangimentos que não permitiram o avanço da obra dentro do prazo estipulado”, mas que a presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses não tem dúvidas de que “vai melhorar, substancialmente, o centro da cidade e vai criar melhores condições para que os munícipes possam ter um espaço de lazer”, salientou.

Reconhecendo que a obra “é uma obrigação que tem de ser cumprida pelo município”, o vereador representante do PPD/PSD, Francisco Sousa Vieira, ressalvou “a falta de pareceres numa obra com tanto impacto e que pode trazer muitos benefícios para a população” admitindo que gostaria “que tivesse havido uma auscultação mais alargada a várias entidades na elaboração do projeto”.

O vereador Mário Bruno Magalhães salientou que o projeto “respeita” o elemento fundamental para a intervenção, o Plano Diretor Municipal (PDM), “não sendo obrigatório qualquer parecer”, acrescentando que “foi tido em conta o respeito integral pelo plano”.

O autarca adiantou que a segunda fase do projeto “ainda não tem qualquer plano ou prazos estabelecidos”.