Nesta quinta-feira, dia 6 de janeiro, decorreu a quinta etapa do Dakar 2022 e o Team Bianchi Prata Honda refere que este percurso “marcou uma mudança abrupta de tom em relação às anteriores”

“Os caminhos de terra salpicados de pedras na primeira parte da etapa colocaram os braços dos pilotos de moto na ‘batedeira’, mas tiveram que manter vivas as forças”, indica um comunicado da equipa.

“Hoje a etapa foi mais curta, porque encurtaram a etapa. Ainda não sabemos bem as razões, mas foi por motivos de segurança, tivemos algumas horas parados no deserto à espera da decisão que a organização iria tomar, depois, acabaram por nos mandar para o final da etapa. Mas, até ao quilómetro 178, viemos com um bom ritmo, a navegação havia algumas partes complicadas e não perdemos grande tempo. O Dakar é mesmo assim, tem que ser duro todos os dias e hoje, embora que a etapa fosse curta, não deixou de ser dura. Agora, vamos lá ver, falta menos um dia”, disse Pedro Bianchi Prata.

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Arcélio Couto sublinhou que esta etapa foi “concluída com sucesso, sem percalços de maior”, e “onde a navegação já foi mais exigente”. “Hoje estava muito pó, mas correu tudo bem. A mota continua impecável”, acrescentou.

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Para Paulo Oliveira “a etapa correu bem, era para ser um dia comprido, mas a etapa acabou por ser encurtada ao quilómetro 178”. “Estávamos a um bom ritmo, uma navegação bastante difícil, mas é o Dakar e não estávamos à espera que fosse fácil. Esta já é a quinta etapa, amanhã é a última etapa antes do dia de descanso e, assim, já teremos meio Rally feito. Até agora, a segunda etapa foi a mais gira, apesar de muito longa, mas englobou tudo um pouco apesar de também ter tido uma navegação difícil, onde nos ajudou também a ganhar um bom ritmo. Hoje também ia ser uma etapa gira, onde acabaram por faltar as dunas no final. O bom é ter tudo junto, conseguir encontrar areia, as dunas e o terreno mais duro dentro da mesma etapa e o mais desafiante é a navegação e é isso que torna o Dakar um sonho que se quer realizar. Esta é a primeira vez que Moçambique está representado e, para mim, como moçambicano, é um orgulho ser eu a representar o meu país numa corrida desta importância que é a maior corrida de todo mundo de Todo Terreno”, concluiu.