Com o início da transmissão na tv de eventos do FIFA Ultimate Team , fez despertar nas pessoas o facto não comum de ver pessoas a jogar jogos eletrónicos na televisão. Por esta razão decidimos escrever algumas linhas sobre um fenómeno chamado E-sports.

 Essa indústria de e-sports tem-se desenvolvido ao longo dos últimos anos, movimentando muitas pessoas e atraindo a atenção de patrocinadores e investidores, gerando assim a movimentação de grandes quantias monetárias.

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Algumas perguntas têm suscitado a curiosidade de todos aqueles que se têm cruzado com esta tendência. Vejamos algumas delas:

O que são os eSports?

São jogos eletrónicos que permitem o confronto direto entre dois ou mais participantes por meio de uma plataforma virtual. A vitória dos participantes é determinada pelos seus skills. Existem competições oficiais regulamentadas e compostas por equipas com atletas profissionais que contam com milhares de pessoas que jogam, e que já existe a atenção dos media que divulgam as várias competições.

Aqui podemos colocar uma questão: Será que podemos considerar estes jogadores como jogadores profissionais?

Os “gamers” são atletas profissionais?

A primeira questão que surge é se estas pessoas que praticam esta atividade devem ser consideradas ou não atletas profissionais. Em Portugal já começam a existir equipas profissionais de e-sports como são os casos do Benfica, Porto e Sporting.

Estes atletas são remunerados, pelo que já se pode considerar uma profissão. Em Portugal já existem alguns e são considerados dos melhores do mundo, segundo o Pocket Fives.

O debate está aberto, há setores que os consideram atletas profissionais. Aderindo ao argumento das associações do gaming, os jogadores precisam de preparação física e nutricional para dar o seu melhor desempenho na competição e também a remuneração auferida não é nada desprezível.

Quem organiza os torneios de E-sports?

Normalmente, os torneios de fantasy sports são organizados por empresas privadas como a “Riot Games”, empresa americana que realizou a Copa Latino-Americana “League of Legends”.

Nos últimos anos, tem-se observado a presença de grandes investidores e patrocinadores neste tipo de competição, movimentando grandes quantias de dinheiro que, claro, devem atrair a atenção do público.

Associações à volta do mundo que promovem esta atividade argumentam que as pessoas que competem nestes torneios precisam de uma preparação especial com horas no ginásio e um plano alimentar especial para mostrar que o fantasy sports é um desporto como qualquer outro.

Existe até uma federação internacional de e-sports (IESF) que foi criada em 2008, com sede em Seul, Coreia do Sul, que possui seus próprios estatutos onde são estabelecidas as condições para que uma organização de um país seja considerada uma federação nacional. Uma delas é que seja constituída de acordo com as leis de seu país de origem.

Jogos de azar ou habilidade?

 A importância de classificar os fantasy sports como jogos de azar ou habilidade, está nas consequências fiscais que isso pode gerar.

Nos Estados Unidos há uma discussão sobre se o fantasy sports deve ser considerado um jogo de azar ou habilidade. Como exemplo, a ” Fantasy Sports Trade Association” argumenta que a designação como jogo de habilidade é uma prioridade porque ser considerado um jogo de azar implica processos de licenciamento mais rigorosos e implicações fiscais. Na maioria dos estados dos EUA, concluiu-se que esses jogos são considerados habilidades tributáveis, mas com uma carga menor do que os jogos de azar.

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