O ano de 2017 marcou um ponto de viragem na vida de Rui Mendes. Depois de 24 anos no ramo bancário e de alguns anos como consultor imobiliário, foi-lhe lançado um desafio: abrir, em conjunto com um amigo, a Casa da Portela, em Marco de Canaveses. Quase cinco anos depois do início desta aventura, o “balanço não podia ser mais positivo”.

De acordo com o empresário, o facto de trabalhar na Casa da Portela “significa muita coisa”, principalmente para os consultores. “As comissões que são geradas pelos negócios são atribuídas, quase a 100%, aos consultores”, explicou, defendendo que a Casa da Portela “é a imobiliária que mais consultores tem no concelho de Marco de Canaveses”.

Apesar do medo inicial causado pela chegada da pandemia da COVID-19 a Portugal, a tendência tem sido “de crescimento”, esperando que “2022 seja um ano de afirmação a nível de negócios. Nos últimos cinco anos, o mercado imobiliário aumentou cerca de 50%. Há muita procura, acima de tudo para o arrendamento e não há produto para o arrendamento e continua a haver muitos investidores a querer investir nos apartamentos, nos imóveis para que possam rentabilizar na parte do arrendamento”, explicou.

De acordo com Rui Mendes, a sua experiência nos 24 anos a trabalhar na banca, levam a que os clientes sintam mais segurança aquando da compra de imóveis na Casa da Portela. “As pessoas sentem-se seguras porque, para além de lhes darmos conselhos no ramo da imobiliária, também procuramos com que o cliente tenha as melhores condições financeiras para os seus empréstimos, portanto noto que as pessoas nos dão confiança. Dentro da Casa da Portela temos quatro ex-empregados bancários, para que os nossos clientes se sintam seguros”, sublinhou.

Para o proprietário da Casa da Portela, o principal objetivo da sua empresa “é fazer negócio e dar apoio aos clientes”, sendo que a premissa principal é “a realização dos sonhos de todos aqueles que procuram a Casa da Portela”.

Rui Mendes divide o seu trabalho “de segunda a domingo” com o “trabalho” de ser pai de dois gémeos, de 10 anos. “Foram filhos muito desejados. Foi com ajuda médica, passamos por fases muito difíceis, principalmente a minha esposa. Fizemos muitas tentativas e, em 2011, tivemos a bênção de conseguir estes dois filhos, que são a luz que me orienta diariamente”.

O proprietário da Casa da Portela garante que “é para a felicidade e para o futuro deles” que todos os dias sai de casa para enfrentar mais um dia de trabalho. “São tudo o que sempre sonhei”, sublinhou.

Rui Mendes afirma que “gostava de estar mais presente”, mas sempre que possível faz “de tudo” para marcar presença em todos os momentos importantes da vida dos seus filhos. “Tenho dever e responsabilidade de dar continuidade a esta empresa e é para os meus filhos que trabalho”, finalizou.