No domingo, dia 9 de janeiro, foi “dia de exploração” no Dakar 2022, que começou com cerca de 100 km de dunas “no que pareceu uma sucessão interminável de altos e baixos pintados no deserto”, indica um comunicado do Team Bianchi Prata Honda.

Depois desse “intenso exercício de subida e descida de dunas, a condução e a navegação ficaram mais fáceis, mas o labirinto de caminhos facilmente empurrou certas equipas além dos seus pontos de resistência”.

“Um dia muito longo, 400 quilómetros de especial. Tinha algumas dunas que até eram complicadas. Mais um dia feito, hoje foi um dia cansativo, estou cansado, foram muitas horas em cima da mota, mas o que interessa é que estamos aqui todos na prova e o objetivo é acabar o Dakar. Amanhã [Hoje] vai ser um dia duro e difícil, mas vai ser um dia de cada vez para não cometer erros”, disse Pedro Bianchi Prata.

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Arcélio Couto comentou: “Mais uma etapa feita, foi longa, foram 700 quilómetros onde 400 foram de especial. Diverti-me imenso vim quase sempre na companhia do Alexandre Azinhais”.

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Já Paulo Oliveira sublinhou que foi “provavelmente a etapa mais longa e cansativa” que tiveram até ao momento no rally. “Uma etapa com 700 quilómetros, 400 que foram cronometrados, com um bocadinho de terra, pedra, areia e dunas. Terminámos, perdemos um bocadinho de tempo nas dunas. Mas está concluída a sétima etapa, faltam-nos agora cinco para terminar o rally Dakar”, concluiu.