A Associação de Futebol do Porto entregou, no passado sábado, dia 19 de fevereiro, as placas e diplomas de certificação de entidade formadora a vários clubes, entre eles 30 clubes da região.

Conheça os clubes em questão:

De Amarante – Amarante FC (futebol masculino); AD Freixo Cima (futebol masculino); Lomba SC (futebol masculino e feminino); GCD Vila Caiz (futebol masculino).

De Baião – AD Baião (futebol masculino).

De Felgueiras – FC Felgueiras 1932 (futebol masculino); CRP Barrosas (futebol masculino); FC Lagares (futebol masculino); FC Lixa (futebol masculino); Associação CRCDV 1982 Varziela (futebol masculino); AD Várzea FC (futebol masculino).

De Lousada – CCD Ordem (futsal masculino); AD Lousada (futebol masculino); Aparecida FC (futebol masculino); FC Romariz (futebol masculino e feminino).

De Marco de Canaveses – AD Marco de Canaveses 09 (futebol masculino); GD Livração (futebol masculino).

De Paços de Ferreira – FC Paços de Ferreira (futebol e futsal masculino); SC Freamunde (futebol masculino e feminino).

De Paredes – USC Paredes (futebol masculino); Aliados FC Lordelo (futebol masculino e futsal feminino); Rebordosa AC (futebol masculino); SC Nun`Álvares (futebol masculino); Aliança de Gandra (futebol masculino); FC Parada (futebol masculino e feminino); Imperial SC Sobreirense (futebol masculino).

De Penafiel – AD Penafiel (futsal masculino); FC Penafiel (futebol masculino); UD Estrelas de Rio Mau (futsal masculino e feminino); Rio Mau FC (futebol masculino).

A cerimónia decorreu no Fórum da Maia e contou com a presença de Fernando Gomes, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, José Neves, presidente da Associação de Futebol do Porto, António Silva Tiago, presidente da Câmara Municipal da Maia, Vítor Dias, diretor regional do Norte do Instituto Português do Desporto e da Juventude, e Júlio Vieira, diretor da Federação Portuguesa de Futebol, responsável pelo processo de certificação, bem como representantes dos 18 municípios da área de jurisdição da AF Porto.

Foto: AF Porto

José Neves, citado num comunicado da AF Porto, sublinhou que o processo de certificação significa “conhecimento, segurança, confiança e credibilidade, mas sobretudo qualidade e organização no desporto”, acrescentando que “quem não cuidar do futuro terá o futuro que terá de aceitar, quando ele vier”. Em relação ao futuro, apontou a necessidade de intensificar o desenvolvimento do futebol feminino, no melhoramento de infraestruturas, recursos e implementação do digital como forma de permitir, a prazo, o recrutamento de mais talentos para o futebol.

Foto: AF Porto

Já Fernando Gomes destacou o crescimento do processo de certificação, que vem atraindo cada vez mais clubes à medida que se vai implementando no futebol português e “o papel da subcomissão de certificação da Associação de Futebol do Porto, sem a qual este trabalho não teria sido possível”. “Se temos tido sucesso é, também, graças a este processo que faz com que sejamos reconhecidos como uma das federações de primeira linha”, referiu, antes de lançar dois reptos ao Instituto Português do Desporto e da Juventude: “Desejávamos que trabalhassem no sentido de arranjar um esquema compensatório para os clubes por este trabalho de certificação e que melhorassem em quantidade e qualidade as instalações desportivas, porque não é possível desenvolver e atrair mais atletas sem isso”. O responsável disse ainda que a certificação é “o reconhecimento de maior qualidade na formação e organização dos clubes”.

Foto: AF Porto

“Por tudo isso, a Federação Portuguesa de Futebol é hoje um caso de estudo que nos inspira a todos”, declarou António Silva Tiago, sublinhando, em relação à AF Porto, a “proximidade que tem mantido com os clubes e a modernização de todos os meios necessários para o seu desenvolvimento, de modo a estar sempre na frente”.

Foto: AF Porto

Por fim, Vítor Dias comentou que “sem os municípios não haveria desporto de base” e destacou o processo de certificação no que ele representa em termos de “partilha de responsabilidade pela formação de base, dirigismo e desenvolvimento do futebol”, lembrando que “é na formação que se transmitem valores e princípios que perduram para a vida” e que “formar um atleta é também formar um cidadão”.