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As corporações de Bombeiros de Entre-os-Rios, Paço de Sousa e de Penafiel vão ter Equipas de Intervenção Permanente (EIP). A informação foi divulgada no dia 12 de março pelo vereador da Proteção Civil e Defesa da Floresta, Rodrigo Lopes, durante as comemorações do Dia Municipal do Bombeiro no concelho.

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A proposta da criação das três EIP surgiu “no passado mês de outubro” após uma reunião com a diretora nacional de bombeiros, Susana Silva, na qual foi debatida “a possibilidade de criação de EIP´s no concelho”, recorda o vereador.

Em declarações enviadas ao Jornal A VERDADE, Rodrigo Lopes revela que, nesse seguimento, a autarquia “assumiu o compromisso de avaliar o assunto e de dar uma resposta no início de 2023. Ponderadas as diversas envolventes, em janeiro passado decidimos pela criação de três EIP no concelho de Penafiel, uma por cada corporação de bombeiros”, explica.

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Cada EIP é composta por cinco elementos e visa assegurar, em permanência, o socorro às populações em todos os dias úteis. Estão abrangidos os combates a incêndios, socorro às populações em caso de incêndios, inundações, desabamentos, abalroamentos e em todos os acidentes ou catástrofes, também o socorro complementar, nomeadamente o desencarceramento ou apoio a sinistrados no âmbito da urgência pré-hospitalar e a colaboração em atividades de proteção civil.

Relativamente aos custos que a criação destas três equipas acarreta, o vereador indica que “nos termos do protocolo a celebrar, os encargos com remunerações e demais custos serão suportados, em partes iguais, pelo município e pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC)”.

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Até ao momento, Penafiel era o único concelho da região que não tinha estas equipas. “Consideramos que a força do voluntariado deve continuar a ser valorizada e, no concelho de Penafiel, temos beneficiado de uma excelente resposta. No entanto, considerando as demandas operacionais que são cada vez mais exigentes, entendemos que fazia sentido tomar esta decisão agora”, frisa. 

A criação das três EIP será “mais um recurso operacional que ficará à disposição dos respetivos comandos dos corpos ativos de bombeiros, com um custo financeiro adicional para a câmara na ordem dos 120 mil euros anuais”, conclui.

A informação já foi transferida para o Comando Sub-Regional da Proteção Civil para o Tâmega e Sousa.