Desde que não apareça uma nova variante.

A epidemiologista e assessora global de saúde da Organização Mundial da Saúde, Alba Vilajeliu, acredita que, entre a segunda quinzena de março e o início de abril, a pandemia da COVID-19 vai entrar numa fase de “convivência”, desde que não apareça uma nova variante.

Em declarações à rádio Catalunya, citada pelo site da Lusa, a especialista referiu, contudo, que vai ser necessário proteger as pessoas de maior risco (acima de 60 anos, gestantes e doentes crónicos) e evitar que as hospitalizações aumentem muito.

Referiu ainda que o vírus tem a capacidade de sofrer mutações e, por isso, “é necessário estar atento e contar com sistemas de vigilância para se adaptar às novas circunstâncias”.

Alba Vilajeliu defende a manutenção de máscaras em espaços interiores, as doses de reforço da vacina contra a COVID-19, o distanciamento de segurança e ventilação.

Quanto à possibilidade de administrar uma nova vacina a cada seis meses com base no surgimento de novas variantes, considera que “poderia ser uma das opções”, mas que ainda não existe informações suficientes.