Os Bombeiros Voluntários de Penafiel comemoraram este domingo, dia 10 de julho, os 141.º aniversário com a bênção de três novas viaturas.

Estes veículos vêm reforçar o parque automóvel, nomeadamente: um veículo de socorro e assistência tático (VSAT), um novo veículo dedicado ao transporte de doentes (VDTD) e o veículo tanque (VALE).

O VDTD destina-se ao transporte de doentes não urgentes, concretamente, transportes clínicos, podendo estar os doentes sentados ou em cadeira de rodas. O VALE vem “substituir o veículo tanque que capotou” e foi uma “aquisição em tempo relógio” que contou com a contribuição da população, entidades, a Caixa Agrícola de Penafiel e a câmara municipal, informou o comandante José Silva. “As pessoas estiveram com a causa e tudo o que foi necessário de outras situações as pessoas dispuseram-se a ajudar”, comentou.

Foto: Bombeiros Voluntários de Penafiel

Quanto ao VSAT, vem substituir um veículo com “cerca de 25 anos” e diminuir os gastos. “Em termos de desencarceramento, é uma mais-valia visto que sempre que saísse um veículo de desencarceramento que temos nos dias de hoje tinha de sair outra viatura porque a equipa é composta por seis elementos e o veículo que nós temos só tinha três lugares. Os gastos eram em dobro sempre”, disse.

Foto: Bombeiros Voluntários de Penafiel

A sessão solene, que decorreu no quartel, contou com a condecoração de bombeiros com medalhas de assiduidade, medalhas de dedicação pública e crachá de ouro e ainda o reconhecimento por parte da Direção e Comando a três bombeiros pela sua dedicação à causa dos bombeiros ao longo de mais de 40 anos.

Foto: Bombeiros Voluntários de Penafiel

José Silva lembra que uma ambição futura, “um sonho”, era terem um quartel novo, uma vez que este “está completamente desadequado à realidade”. “As viaturas têm de ficar fora do parque de viaturas e depois, fora isso, também estamos na zona nevrálgica da cidade. Temos o centro escolar de um lado, temos os autocarros da Valpi do outro e, muitas vezes, um minuto no socorro de alguém pode ser o essencial e, muitas vezes, há horas do dia em que é completamente impossível sairmos do nosso quartel”, acrescentou.