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"A greve de professores vai continuar até que o ministério se mostre disponível para negociar"

Redação

Desde o dia 2 de novembro que professores de Norte a Sul do País se manifestam contra a alegada falta de investimento do Governo na Educação, lutando pela "valorização da carreira docente".

Esta segunda-feira, 9 de janeiro, é a vez dos professores do Agrupamento de Escolas Carmen Miranda, em Marco de Canaveses manifestarem a "inquietação e indignação" no que diz respeito às "condições de trabalho", nomeadamente a "colocação de professores, os concursos e a mobilidade por doença", afirma Jorge Pinheiro, representante do secretariado do Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) de Baião.

O grupo de docentes considera que esses são direitos que "têm sido retirados com cada vez mais frequência" e, por isso, têm de se "manifestar a esse nível".

De acordo com Jorge Pinheiro estão representados nesta manifestação agrupamentos do Marco de Canaveses, assim como Baião, Cinfães, Penafiel e Amarante.

A greve vai durar "enquanto tiver de ser" e por "tempo indeterminado, até que o ministério se mostre disponível para negociar connosco", conclui o representante do SIPE.