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A 2 de setembro de 2023, dia em que completou 18 anos, Pedro Rocha apresentou o primeiro livro – “Poemas de um sonhar acordado” – inspirado por alguns momentos da vida, paixões, desamores, pensamentos, sonhos, infância e gaguez.

O gosto pela escrita surgiu “no 9.º ano”, mas a descoberta da poesia aconteceu quando o jovem, natural das Terma de São Vicente (Penafiel), estava “no último ano do secundário. Foi, sobretudo ao aprender a poesia de Fernando Pessoa”, recorda.

pedro rocha escritor

Escrever um livro nem sempre foi um sonho do jovem que “durante o ensino básico não gostava de ler, era raro. Mas sempre soube que queria contar histórias, por causa da minha criatividade que se foi refletindo sempre nas brincadeiras que inventava com os meus primos e a minha irmã”, recorda o penafidelense.

A gaguez – uma das inspirações para a escrita do livro – foi, um “problema” ao longo do crescimento, porque o tornou “um rapaz tímido e de preferir, muitas vezes, não falar com receio da reação dos outros. Para além disso, feliz ou infelizmente, fez-me ter poucos amigos… provavelmente os verdadeiros”, reconhece Pedro Rocha.

A escrita foi a melhor forma que arranjei para explorar os meus sentimentos

A vida, os problemas, as alegrias e a timidez foram transportadas para a escrita, “a melhor forma que arranjei para explorar os meus sentimentos, conhecer-me. É algo infinito e que devemos fazer ao longo da vida. Este livro foi, também, uma forma de me querer dar a conhecer”, explica.

Os sonhos e ambições de Pedro Rocha, que está no curso de Cinema na Universidade Católica Portuguesa, são vários, mas para já confessa que “gostaria de continuar a escrever livros (fantasia, romances, poemas) e fazer cinema. Em suma, contar histórias às pessoas e que elas se possam identificar, não comigo, mas com algum personagem, momento escrito, ou no caso da poesia… identificarem-se com um determinado poema”, termina.