logo-a-verdade.svg
Portugal
Leitura: 2 min

Cruz Vermelha assinala Dia Mundial com monumentos iluminados e apelo à Humanidade

A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) celebra, esta sexta-feira, 8 de maio, o Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

Redação

Sob o lema internacional “Unidos na Humanidade”, a instituição irá iluminar edifícios e monumentos em várias localidades do país, incluindo Paredes, Porto, Gondomar, Trofa, Valongo e Vila Nova de Gaia.

A iniciativa pretende ser um sinal público de apreço pelo trabalho dos milhares de voluntários e colaboradores que atuam na linha da frente. Este ano, a data assume uma relevância acrescida devido ao contexto global de polarização e ao aumento de ataques contra trabalhadores humanitários.

Para António Saraiva, Presidente Nacional da CVP, este dia é um momento de responsabilidade:

"A Cruz Vermelha está junto das pessoas nos momentos em que a vulnerabilidade, o medo e a incerteza se tornam mais presentes. Os nossos voluntários não chegam às comunidades como estranhos: fazem parte delas."

A força do movimento em números

A escala da ajuda humanitária da Cruz Vermelha a nível global é impressionante, atingindo cerca de 160 milhões de pessoas anualmente:

Área de Atuação Pessoas Apoiadas (Milhões)
Saúde e Bem-estar 89,8
Desastres e Crises 26,5
Clima e Ambiente 26,0
Inclusão Social 16,7
Migrantes e Refugiados 11,6

O legado de Henry Dunant

A escolha do dia 8 de maio não é ocasional: assinala o nascimento de Henry Dunant, o fundador do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e o primeiro vencedor do Prémio Nobel da Paz.

Em Portugal, a iluminação simbólica de monumentos recorda que, perante conflitos ou crises climáticas, a resposta começa sempre pela defesa da dignidade humana e pela proximidade às comunidades locais.