A obra é o resultado de um laboratório criativo contínuo de mais de um ano, orientado pela artista residente Fátima Vale em parceria com o grupo, afirmando-se como uma proposta artística que cruza o teatro antropológico, a poesia e a música.
O projecto destaca-se pelo rigor técnico e pela invenção estética, apresentando em cena as vozes de Alice Boavista, João Luiz Ferraz — que assume também a responsabilidade pela composição musical — e Maria José Ferraz. Segundo a equipa criativa, a encenação procura construir uma "Incomunidade dentro da comunidade", um espaço sem fronteiras onde a universalidade se cruza com o local através de uma combinação de gestos, movimentos genuínos e momentos que alternam entre o hilariante e o comovente.
