A situação foi denunciada publicamente pela mãe da criança, Nivia Estevam, que alega que o filho foi vítima de agressão. Segundo o relato da encarregada de educação, duas crianças terão fechado a porta nos dedos do menino quando este se encontrava na casa de banho, impedindo-o de sair e pedir ajuda. A criança foi transportada para o Hospital de São João, no Porto, onde foi submetida a uma cirurgia de três horas, ficando com "sequelas físicas e psicológicas".
A mãe afirma que este episódio foi precedido de outras queixas relativas a "puxões de cabelo, pontapés e enforcamento", acusando a escola de inação e de estar a tratar o caso "como uma brincadeira que correu mal".
Em resposta, o diretor do agrupamento, Carlos Silveira, garantiu que "os socorros foram prontamente chamados" e que a escola seguiu os procedimentos adequados, escusando-se a prestar mais declarações enquanto decorre o inquérito interno. Sobre a crítica de não ter sido chamada a PSP, o diretor esclareceu que em Cinfães atua a GNR e que o contacto com as forças de segurança é feito automaticamente pelo INEM em situações graves.