Segundo a revista Flash, o corpo do bancário português foi descoberto nas casas de banho do histórico Hotel Polana, uma unidade de cinco estrelas na capital moçambicana.
Embora as autoridades locais ainda não tenham revelado publicamente as circunstâncias da morte, a Flash avança — citando informações do Correio da Manhã — que o gestor terá sido assassinado com recurso a uma arma branca.
Percurso de uma década em Moçambique
Pedro Ferraz Reis residia em Moçambique há dez anos. De acordo com a Flash, o português era membro do Conselho Executivo do BCI Moçambique, tendo sido anteriormente responsável financeiro da mesma instituição. Desde 2023, integrava também o Conselho da Diáspora Portuguesa.
O seu percurso profissional iniciou-se em 1995 como assessor do presidente do conselho de administração do antigo Banco de Fomento Exterior. Era licenciado em Administração de Empresas, possuía um mestrado em Finanças pela Universidade Católica Portuguesa e completara, em 2011, o General Management Programme da Harvard Business School.
Reações à morte
Uma fonte próxima do bancário, citada pela publicação, descreve Pedro Ferraz Reis como alguém que "tinha uma conduta pessoal e profissional completamente limpa".
O BCI Moçambique já reagiu ao sucedido, emitindo uma nota de pesar. Segundo a Flash, a instituição bancária realçou que Pedro Ferraz Reis se distinguiu "pelo elevado sentido de responsabilidade, pela dedicação à instituição e pelo contributo relevante para o fortalecimento da governação, da solidez e da reputação do BCI".
