Segundo informações avançadas pelo Correio da Manhã, o foco das preocupações recai sobre a vaga de vandalismo e furtos, personificada no histórico café 3 EMES, que contabiliza já 23 assaltos ao longo dos seus 45 anos de existência.
A insegurança intensificou-se na zona do Pinheiro Manso, no Porto, motivando um pedido urgente de reforço policial por parte de residentes e comerciantes.
Segundo informações avançadas pelo Correio da Manhã, o foco das preocupações recai sobre a vaga de vandalismo e furtos, personificada no histórico café 3 EMES, que contabiliza já 23 assaltos ao longo dos seus 45 anos de existência.
O incidente mais recente, capturado por câmaras de videovigilância, ocorreu no passado dia 3 de março. Dois indivíduos partiram a porta de vidro do estabelecimento, situado no gaveto das ruas de Felizardo Lima e de Melo Leote, e levaram a caixa registadora — que se encontrava vazia. Um dos assaltantes tentou ainda, sem sucesso, furtar um expositor de pastilhas elásticas antes de a dupla se colocar em fuga, após o alerta de moradores locais.
Carla Cruz, proprietária do café, descreve um cenário de desespero:
Frequência: Nos últimos seis anos, o estabelecimento tem sido alvo de 4 a 5 assaltos anuais.
Prevenção: A proprietária já não deixa dinheiro ou raspadinhas no local, mas o vandalismo persiste.
Sentimento: "Vivemos num clima de terror ultimamente", afirmou em declarações ao Correio da Manhã.
A criminalidade na zona não se limita aos estabelecimentos comerciais. Recentemente, foram registados assaltos a quatro viaturas estacionadas nas imediações, reforçando o sentimento de vulnerabilidade de quem ali reside.
Perante esta situação, a população organizou-se:
Foi criada a Comissão de Moradores do Pinheiro Manso.
Está agendada para a próxima semana uma reunião com a Câmara Municipal do Porto.
As reivindicações incluem a instalação de sistemas de videovigilância, a contratação de guardas noturnos e o reforço do policiamento para devolver a tranquilidade ao bairro.