A entidade assegurou que irá acompanhar o processo e intervir, no âmbito das suas competências, para promover a procura de soluções que "salvaguardem a qualidade dos cuidados e a segurança dos doentes".
A posição da SRNOM surge após ter recebido um comunicado dos clínicos, onde é relatada a gravidade da situação.
Rutura nos serviços e definição de "linhas vermelhas"
Na "Posição dos médicos do Serviço de Medicina Interna sobre limites assistenciais e segurança dos doentes", divulgada pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM), os profissionais alertam que, apesar de o hospital funcionar historicamente em sobrecarga, a pressão atual sobre os internamentos atingiu um "ponto crítico". Nas últimas semanas, verificou-se um "pico assistencial" contínuo que ultrapassa todos os limites previamente observados.
Face a este cenário, os médicos estabeleceram limites claros:
