A mostra tem como ponto de partida a dicotomia entre a vida e a morte, uma dualidade que a artista explora de forma profundamente simbólica. Através de uma iconografia muito pessoal, Paula Lima apresenta nas suas telas criaturas híbridas, carregadas de afetos e significados.
As obras expostas procuram tensionar o espaço pictórico, recriando uma espécie de ala fantasmagórica onde são exibidos os retratos de quem por lá viveu. É neste ambiente criativo que emergem diferentes sentimentos e vivências através das formas e da cor, destacando-se:
