A análise da GNR revela ainda uma diversificação das áreas de atuação dos burlões, com um crescimento acentuado em distritos que, tradicionalmente, registavam menos casos. O maior aumento verificou-se em Portalegre (+150%), seguido de Viana do Castelo (+89%), Leiria (+78%) e Castelo Branco (+75%).
Segundo a força de segurança, o método utilizado é quase sempre o mesmo: os criminosos utilizam fotografias de casas reais para criar anúncios fictícios em plataformas digitais, apresentando preços muito abaixo do valor de mercado.
Ao atrair a vítima pela vantagem económica, os burlões exercem pressão psicológica, alegando "elevada procura" para forçar um pagamento imediato (sinal) sem que a pessoa tenha visitado o imóvel. A fraude é, muitas vezes, descoberta meses mais tarde, quando a vítima tenta contactar o anunciante ou se desloca à morada e percebe que o imóvel não existe ou não está para arrendar.
Para evitar cair nestas redes de criminalidade, a GNR recomenda: