Falar sobre o valor natural e económico das camélias foi mote para uma conversa que decorreu no dia 5 de março na Casa da Terra, em Celorico de Basto, parte integrante de uma série de ações que o município de Celorico de Basto pretende desenvolver no mês em que a flor é rainha.

O presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, José Peixoto Lima, acredita que, “num curto prazo de tempo o município será capaz de ter acervo suficiente para começar a exportar as nossas camélias”

De acordo com o comunicado, a sessão contou com a presença do secretário-geral da Associação de Municípios do Baixo Tâmega, Ricardo Magalhães que falou da camélia como “fator de desenvolvimento local” e, por isso, “está a ser desenvolvido um projeto no âmbito do BT Inova” em que a primeira fase decorreu em 2019 com a envolvência de quatro municípios: Celorico de Basto, Amarante, Baião e Marco de Canaveses, criando o roteiro enogastronómico Verde Sentido e a certificação de quatro produtos endógenos.

Esteve presente também o mestre em Biotecnologia e curador da coleção botânica do jardim Botânico do Museu de História Natural e de Ciência da Universidade do Porto, Iúri Frias que realizou uma “apresentação e identificação da coleção da camélia do Jardim Botânico do Porto”.