Atualmente, a taxa de esforço teórica para suportar um crédito à habitação situa-se nos 48%, ultrapassando largamente o limiar de 40% que o supervisor financeiro considera sinalizar uma "sobrecarga" financeira para o agregado familiar.
O cenário agravou-se drasticamente nos últimos anos. Entre 2009 e 2021, o peso da prestação mensal era inferior a 30% do rendimento. No entanto, o indicador disparou em 2022, atingindo um pico de 53% no final de 2023, antes de estabilizar nos valores atuais.
