Durante a sua intervenção institucional, o presidente da câmara municipal, Pedro Cepeda, sublinhou a profunda metamorfose operada no local. O autarca recordou que, há apenas dois anos, aquele espaço não passava de um terreno expectante e sem utilidade, enaltecendo o rumo atual: "Hoje, esse mesmo espaço ganhou a mais nobre das funções: servir de lar a 18 famílias". O edil frisou que o edificado agora inaugurado representa muito mais do que mera infraestrutura cizenta, garantindo que "onde antes imperava o abandono, erguem-se hoje habitações, renova-se a esperança e devolve-se a dignidade de um lar a estas pessoas".
Embora reconheça que as 18 chaves agora entregues não resolvem por si só a totalidade da pressão habitacional que se faz sentir no município, o líder do executivo camarário destacou que o acesso a um teto digno "constitui o pilar fundamental para que estas famílias possam, doravante, encarar o futuro com legítima esperança". Pedro Cepeda aproveitou o momento para traçar um retrato mais alargado da estratégia municipal para o setor, revelando que, no horizonte do atual mandato, serão "120 os penafidelenses beneficiados com o acesso a uma habitação condigna".
Neste esforço integrado de inclusão social, destacam-se as 16 habitações recentemente colocadas a concurso pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) sob o regime de arrendamento acessível, a nova residência universitária no Centro Histórico — com capacidade para alojar 33 estudantes já a partir do próximo mês de setembro — e um projeto pioneiro de residência colaborativa que acolherá 20 cidadãos ainda no decurso deste ano. Todo este ecossistema de apoio, sublinhou o autarca, resulta do empenho do Departamento de Ação Social, Habitação e Saúde, deixando um agradecimento público à vice-presidente Daniela Oliveira e às técnicas Susana Dias e Cátia Monteiro.