A escritora Lídia Jorge apelou hoje à vigilância crítica sobre a Inteligência Artificial (IA), sublinhando a necessidade de proteger o “pensamento autónomo e singular”, durante a cerimónia de entrega do Prémio Pessoa 2025, realizada em Lisboa.
Na sua intervenção, a autora alertou para o impacto da IA generativa num mundo que descreveu como “decomposto, à beira do estado de alucinação”, defendendo que a linguagem, a Poética e o pensamento humano são hoje mais determinantes do que nunca.
