A iniciativa centrou-se na “valorização da biomassa florestal, à gestão sustentável da floresta e à prevenção de incêndios rurais”, reunindo técnicos, decisores políticos e investigadores de Portugal, Espanha e França. A abertura oficial dos trabalhos coube à vereadora da Câmara Municipal de Baião responsável pelo pelouro do Ambiente, Olívia Mendes.
Um dos pontos centrais da conferência foi a apresentação detalhada da experiência-piloto implementada em Baião pela CIM do Tâmega e Sousa, concebida para demonstrar a viabilidade da utilização local dos resíduos vegetais recolhidos nas operações de silvicultura preventiva. A operação assenta num modelo integrado de “recolha, tratamento e aproveitamento da biomassa florestal residual, através da sua utilização numa caldeira a estilha instalada na base dos sapadores florestais da CIM do Tâmega e Sousa, na freguesia do Gôve, destinada ao aquecimento das instalações e à produção de água quente sanitária”.
Este circuito demonstra o potencial prático dos “circuitos de proximidade, associando a produção de energia à gestão da vegetação e à redução da acumulação de materiais combustíveis na floresta, contribuindo para a prevenção de incêndios rurais”.
