Apesar das notas altas, recusa a ideia de ser “marrão”. “Tento estudar o essencial. No início, quando era mais novo, eu era muito marrão e queria decorar tudo, mas depois percebi que perdia muito tempo e esquecia-me das coisas. Então, comecei a focar em estar mais atento à aula, apontar o essencial e depois de percebida a matéria, só fazer exercícios”, explica.
E acrescenta: “Quanto ao estudo, sinto que não preciso de estudar muito. Só antes dos testes, fazer um bocado de exercícios mais difíceis para consolidar". "O essencial era fazer exercícios, depois descansar bastante, porque quando estou muito descansado rendo muito mais. E quando faço coisas que gosto, depois estudar também é uma mais-valia”, diz ainda.
Nem tudo foi fácil. “Português foi muito difícil tirar boa nota nessa disciplina, não é mesmo o meu forte.” Já nas preferências, não hesita: “Era a Educação Física, que gosto muito de desporto, e depois Matemática e Física, Físico-Química.”