Esta intervenção assinala o arranque do ciclo biológico desta espécie invasora, num período em que as vespas fundadoras iniciam a construção de ninhos primários que, se não forem travados, evoluem para colónias definitivas com capacidade para albergar milhares de indivíduos. A estratégia municipal foca-se na captura precoce, considerada uma das medidas mais eficazes para reduzir a proliferação de ninhos ao longo do ano.
Devido ao crescimento exponencial de avistamentos e ninhos registado durante o ano de 2025, o Município decidiu reforçar significativamente o número de armadilhas instaladas em todo o território do concelho. Esta medida visa proteger o ecossistema local e a biodiversidade, áreas que a autarquia considera estarem sob ameaça direta por parte desta espécie. Para maximizar os resultados, a Proteção Civil apela à colaboração ativa de todos os munícipes, incentivando a colocação de armadilhas artesanais com atrativos caseiros e a comunicação imediata de qualquer deteção de novos ninhos.
A equipa do Serviço Municipal de Proteção Civil manifestou total disponibilidade para prestar esclarecimentos e orientações técnicas à comunidade. O apoio abrange desde a construção correta das armadilhas e a escolha de atrativos adequados até às boas práticas de colocação no terreno e aos procedimentos de segurança a adotar em caso de descoberta de colónias. Através deste esforço conjunto entre a administração local e os cidadãos, Paços de Ferreira pretende mitigar o impacto da vespa asiática e garantir a defesa da biodiversidade no concelho durante o presente ano.
