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Sociedade
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Incêndio em Valongo: 139 operacionais combatem chamas em Alfena

Um incêndio numa zona de mato em Alfena, concelho de Valongo, deflagrou na tarde deste domingo. O fogo está a ser combatido por mais de 130 operacionais.

Redação

Um incêndio de dimensões consideráveis deflagrou na tarde deste domingo, dia 31 de maio, no distrito do Porto. As chamas estão a consumir ativamente uma “zona de mato na freguesia de Alfena, concelho de Valongo”, situação que obrigou à mobilização de um forte contingente de emergência e socorro para o local.

De acordo com a informação disponibilizada no portal oficial da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), a “notificação do incêndio ocorreu às 14:43”. Foi a partir dessa hora que os primeiros operacionais e veículos de socorro “foram deslocados para o local” com o objetivo inicial de travar a progressão da frente de fogo.

Forte mobilização de meios aéreos e terrestres

A dimensão da ocorrência exigiu um rápido reforço do dispositivo de segurança e combate. Segundo confirmou uma fonte local da Proteção Civil, o fogo florestal “está a ser combatido por 139 operacionais”.

O trabalho incansável dos soldados da paz no terreno está a ser diretamente apoiado por uma vasta componente logística e mecânica. As operações contam com o suporte tático de “38 meios terrestres e cinco meios aéreos”, que se encontram a atuar de forma coordenada para tentar controlar a ignição ainda durante o período diurno.

Fogo com duas frentes ativas, mas sem risco para habitações

Apesar de todo o esforço das corporações envolvidas, a extinção das chamas tem-se revelado uma tarefa exigente. Segundo o ponto de situação oficial efetuado pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Porto, “pelas 16:30 o incêndio tinha duas frentes ativas”.

Apesar da atividade do fogo em plena área florestal, as autoridades deixaram uma mensagem de tranquilidade em relação à salvaguarda de pessoas e bens. O CDOS do Porto fez questão de esclarecer e garantir que, até àquela hora da tarde, a evolução das chamas não causava constrangimentos de maior à população, sublinhando que “não havia estradas cortadas nem casas ameaçadas”. As equipas mantêm-se no terreno focadas em circunscrever a área ardida.