Os dados, divulgados pela Liga Portuguesa Contra a Epilepsia (LPCE), expõem a complexidade da patologia no país e apontam para índices de farmacorresistência superiores ao esperado.
Para Nuno Canas, neurologista e presidente da direção nacional da LPCE, este número não é apenas estatística: "É um poderoso indicador clínico de que a prevalência da epilepsia farmacorresistente em Portugal pode ser muito superior ao que pensávamos. Estamos a quantificar, a nível nacional, a dimensão do desafio terapêutico".
