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Sociedade
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Homem de 50 anos em prisão preventiva por roubo a idoso em Arouca

Um homem de 50 anos foi colocado em prisão preventiva após ser detido pela GNR por um roubo a um idoso em Escariz, Arouca, ocorrido há cerca de duas semanas.

Redação

Um homem de 50 anos viu ser-lhe aplicada a medida de coação mais grave, a prisão preventiva, após ter sido detido pela Guarda Nacional Republicana (GNR). O suspeito é indiciado pela prática de um “crime grave contra o património”, perpetrado contra um idoso no concelho de Arouca. Toda a informação sobre este caso foi avançada pelo jornal Correio da Manhã.

A detenção foi levada a cabo pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Oliveira de Azeméis, que deu cumprimento a um mandado de detenção fora de flagrante delito. O caso remonta a um assalto ocorrido há cerca de duas semanas na zona de Escariz, onde a vítima, um homem de idade avançada, foi alvo da violência do arguido.

Investigação a crime contra vítima vulnerável

A investigação, conduzida pelo Núcleo de Investigação de Crimes da GNR de Oliveira de Azeméis, focou-se na proteção de uma “vítima de especial vulnerabilidade”. De acordo com os dados avançados pelo Correio da Manhã, o crime de roubo foi cometido com contornos que justificaram a emissão do mandado de detenção por parte das autoridades judiciárias, visando interromper a atividade criminosa do suspeito.

A zona de Escariz, em Arouca, foi o cenário deste episódio que agora conhece um desenvolvimento judicial decisivo. Este tipo de criminalidade, que visa cidadãos vulneráveis, tem sido uma preocupação crescente em toda a região Norte e no distrito do Porto, sendo frequentemente debatida pela comunidade marcoense e de concelhos limítrofes, que reclamam um policiamento de proximidade mais eficaz para proteger a população sénior.

Transferência para a Cadeia de Custóias

Após a detenção, o arguido foi presente a um primeiro interrogatório judicial para a aplicação das medidas de coação. Perante a gravidade dos factos e os indícios recolhidos pela GNR, o tribunal decidiu pela aplicação da “medida de coação privativa da liberdade”.

Assim que terminou a diligência no tribunal, os militares da GNR conduziram o homem para a Cadeia de Custóias, no concelho de Matosinhos, onde aguardará agora o desenrolar do processo em regime de reclusão. Este desfecho é visto como uma resposta firme das autoridades perante crimes que atentam contra a segurança e a integridade de pessoas idosas, um dos grupos mais frágeis da sociedade.

O caso continuará sob investigação para apurar se o detido poderá estar relacionado com outros ilícitos contra o património registados recentemente na zona de Entre Douro e Vouga.