Segundo o despacho n.º 1016/2026, publicado hoje, 29 de janeiro, em Diário da República, a decisão prende-se com a manutenção de um cenário de instabilidade no setor energético e dos elevados preços do gás de petróleo liquefeito (GPL), influenciados pela "conjugação de vários conflitos geopolíticos internacionais".
No documento, assinado pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, o executivo reafirma o compromisso de "apoiar os consumidores mais vulneráveis e de promover políticas sustentáveis de combate à pobreza energética".
