A estrutura sindical acusa o responsável de suspender mais de duas dezenas de operacionais. Em resposta, o comandante e ex-autarca rejeita as acusações, falando em "perseguição política" motivada por um processo judicial que a corporação vai interpor contra o próprio sindicato.
O clima de tensão instalou-se na corporação de Gondomar após um comunicado divulgado pelo SNPC, que acusa Marco Martins de ter instaurado 21 processos disciplinares em apenas nove meses de mandato.
O sindicato acusa o comandante de ter "colocado na prateleira mais de 20 voluntários", alegando que as suspensões não têm fundamento e ocorrem "tão-somente porque os mesmos se pronunciaram livremente sobre a vida da corporação, reagindo a comportamentos abusivos". O SNPC classifica a postura do comandante como uma "situação vergonhosa que não dignifica o estatuto dos soldados da paz".
