O estudo, publicado na revista científica Cardiovascular Research, visa combater a insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (HFpEF), uma das variantes mais graves e incapacitantes da doença.
A HFpEF ocorre quando o ventrículo esquerdo do coração perde a flexibilidade necessária para relaxar e encher-se de sangue adequadamente. Segundo o Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (i3S), esta condição provoca sintomas como falta de ar e fadiga incapacitante, apresentando uma taxa de mortalidade equiparável à de vários tipos de cancro. A sua prevalência tem aumentado de forma alarmante devido ao envelhecimento da população e à associação com patologias como hipertensão, diabetes e obesidade.
