José Luís Carneiro sustentou que, no momento em que assumiu funções, o PS atravessava uma fase particularmente difícil, comparável à situação vivida por outros partidos socialistas e sociais-democratas europeus.
“Em circunstâncias excecionais da vida democrática, os portugueses estavam a olhar para o PS como uma referência dos valores democráticos e constitucionais, cujo declínio parecia irreversível”, afirmou.
Para o secretário-geral, a recuperação da confiança é determinante para a qualidade da democracia, sublinhando que o partido não pode alimentar divisões internas.